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terça-feira, outubro 9

Teste 066

OU CONSEQUÊNCIA
(Giovanna e Felipe - nomes meramente ilustrativos)

Ela consultou o relógio mais uma vez, impaciente.
Os risos, altos e escandalosos, faziam ser ouvidos por toda a sala aberta, imensa, mas ele parecia não notar a garota acanhada ao canto, muda.
Levantou-se, vagarosamente, de onde estava sentada, apanhou os cadernos e se pôs a caminhar, frustrada, pelos corredores ensolarados do colégio.
"Gio!" Ouviu chamar, depois de muito tempo passado, e tentou não sorrir ao ver Felipe então correndo em sua direção.
As primeiras gotas de chuva espalharam por suas camisetas, manchando o tecido.
Os corações desritmados, desesperados, mergulhavam no beijo que seguiria, devoto, apaixonado.
Giovanna o olhou com atenção, sentindo a água cair sobre os cabelos com mais intensidade.
"Me namora." Felipe professou, sem ar interrogativo ou qualquer ar que fosse.
Ela sorriu, apenas, puxando-o para mais perto, e um arco-íris formou-se, tímido, com o sol exibindo-se por entre as nuvens pesadas.
O mundo parecia girar ao ritmo de uma música em particular.

Beijocolates
#V

terça-feira, junho 19

Teste 054

AMAR OU NÃO AMAR:
EIS A QUESTÃO

Mas e os motivos pelos quais esta é indagada?
Prioridades ou medo?
Ei, você, que se magoou uma vez e jurou que jamais se apaixonaria desde então: quão lassas e falsas são essas promessas? Se tantos poetas e profetas já diziam que ninguém seria feliz nesta vida tendo amado um alguém, não me faço entender as razões ao discordar com realidades que todos tentamos esconder.
Pensamos naquele romance romântico, de fato - idelizado e perfeito, mesmo nas imperfeições.
Pois lhe digo uma coisa: não há como saber quem é certo ou quem é errado. Passamos a vida inteira tentando e errando, sofrendo e chorando pelo fracasso, mas - e sempre há um mais - por que ignorar a parte boa da coisa?
As cosquinhas no estômago que nem Freud explica, de onde surgem? Não me diga que não gosta da sensação; tenho certeza que não faria a tirolesa ou brincaria em balanços se o friozinho na barriga não lhe agradasse.
Sorrisos bobos fluindo e surgindo; risos sem motivo no meio de uma noite insone a encarar o teto, com o que justificá-las? Porque eu tenho certeza de que ele (o teto) não é TÃO interessante assim.
Tudo, de fato, fica mais bonito quando estamos com estas lentes apaixonadas; quem não amaria sentir-se feliz assim?
Então você me diz: "mas eu sei que não vai dar certo"; eu rebato: "quem é você, a Madame Zara, por acaso?"
Não é assim. Não topamos com alguém e descobrimos que aquela é a pessoa com a qual teremos filhos - NÃO! Aliás, qual seria a graça se fosse assim? O jogo da conquista é como qualquer outro. Tente se trancar por uma semana em seu quarto com um joystick e me diga os resultados - você lutou para zerar a pontuação, e agora? Vai continuar o jogo depois disso?
A conquista é feita, provada e comprovada, mas você não fica nela - há outras coisas além do nível 50, e você ficará ansioso até que o próximo jogo seja lançado, com novos desafios. Você passa por esta fase e então se pega debatendo consigo mesmo: "será"? - Bem, arrisque-se. Por menor que seja essa sua paixonite insandecida, é válida.
Segundo o casal Pease, a paixão dura, no máximo, 3 meses - tempo necessário para que o macho e a fêmea se conheçam e reproduzam (afinal, para que mais fomos feitos, não é mesmo?) -, depois disso vem a assimilação e depois a ciência não explica: imagine por quê. Só que depende de você, se vai dar certo ou não. Ver a pessoa que invade seus sonhos e não fazer nada? Você está é querendo que alguém de maior coragem aproxime-se, para que possa se torturar com o quão covarde é.
Depende unicamente de você, se vai dar certo ou não; da sua vontade.
Se o coração insiste em pulsar mais forte quando aquele alguém passa, não tente esconder: lute. Lute porque seu coração sozinho é apenas um órgão sem vida - ele precisa de você por inteiro para funcionar.
Conheceremos pessoas simpáticas nessa vida, nos apaixonaremos por muitas, encantaremos algumas e amaremos outras poucas, mas, se não tenho como garantir que não é você, leitor, que me fará sorrir sozinha em uma noite insone, não posso simplesmente descartar essa opção, entende? Não posso descartar nada.
É uma questão de prioridades? Definir que uma paixonite é pouco importante por não ser o "amor de sua vida" não me parece nem um pouco certo - afinal, paixonite só evolui a casório com um pouco de esforço.
Você se recusa a nadar e morrer na praia, mas perde um bom mergulho - e é tropeçando que aprendemos a cair.
Se formos parar para julgar o que é ou não é importante em nossas vidas vamos acabar entrando em um paradoxo desgastante: não somos nada e somos tudo - deste modo, como subjulgar algo que é tanto e ao mesmo tempo insignificante? -; ou, ainda pior, podemos perder o pouco tempo que temos - analisar a vida é deixar de vivê-la, se me permite dizer.
Abra seus olhos por um instante. Olhe aquela garota do outro lado da rua, com as mãos nos bolsos e ausente em consciência, esperando que um carro pare para que cruze a faixa de pedestres. Se te encanta tanto, não ponha e não crie razões para não apostar todas as suas fichas. Espere que ela levante o rosto, sorria, pergunte como foi o seu dia e vá em frente.
Tudo vale a pena - sem exceções.
E, no fim de tudo, o que nos forma e faz forte não é, de fato, achar o ser amado, mas procurá-lo.

"Quando o mundo tiver mostrado suas cartas, se estiver muito dificil, juntos poderemos consertar seu coração" - Rihanna

Beijocolates,
#V

sábado, abril 10

Verdade ou Consequência??

e aí, galerinha HapPy? tudo em paz, amor, amor, paz, paz, amor? não? então que danny-se, porque hoje o post é sobre VERDade ou consequência!!!

umas regrinhas do jogo:
#1: nada de homossexualismo
#2: nada de putaria intensa (lê-se qualquer tipo de sexo)*
#3: nada de ISSO TEM QUE SAIR
#4: nada que envolva a saúde do participante
#5: beijo tem que ter permissão de quem sofre a cosequência
#6: o que acontece em Vegas, morre em Vegas.
*pode ter sexo se você estiver com seu namorado e os dois já forem adultos. usem camisinha :*

vai precisar de:
#uma garrafa ou tênis ou, enfim, qualquer coisa que gire
#um lugar em que vcê e o povo possam sentar e onde haja espaço para a garrafa
#criatividade
#bom humor
#antisséptico, no caso de beijos

como jogar:
#gire a coisa que gira. uma extremidade indicará quem é o selecionado. o primeiro perguntará
#gire novamente a garrafa. agora, a mesma extremidade indicará quem sofre
#faça a pergunta clássica: VERDADE OU CONSEQUÊNCIA?
#se o sofredor escolher verdade, você perguntará qualquer coisa, mas com a condição de que a resposta será verdadeira
#se o sofredor escolher consequência, você manda ele fazer qualquer coisa, com respeito às regras. caso o sofredor não aceite a primeira consequência, terá direito a uma segunda. esta terá de ser pior. se o participante negar as duas, leva babau* de todo mundo
#o limite de verdades no jogo é 3, no total
#depois de tantas rodadas que vocês todos já cansaram, finjam que nada aconteceu. como já vimos, na regra #6, o que acontece no jogo, morre com o jogo

é muito mara e vicia *-* e é só.
beijocolate ;*