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quinta-feira, maio 31

Teste 050

Dói, não é?
Quando você tem que admitir que é só mais um número telefônico na enorme lista de seus contatos, machuca, não é mesmo?
Saber que tanto faz se você ri ou se chora alarga uma ferida.
Quão doloroso é por um ponto final em todas as suas fantasias açucaradas?
É dilacerante acordar e precisar voltar a uma realidade em que as coisas não estão tão bem assim.
Todas as fábulas indo obrigatoriamente por água abaixo, cortando, rasgando, triturando.
Um incômodo necessário: a verdade deve sempre se sobressair.
Mas é tão bom negar a verdade quando a mentira tem um sabor adocicado!
E você sente raiva e chora, porque não pode mais esconder aquilo que tentava ocultar desde o princípio.
Há pessoas morrendo, há pessoas mendingando, há pessoas esfomeadas, mas você nunca pensará que seu sofrimento é menor que o delas.
E eu lhe entendo.

#V

terça-feira, janeiro 3

Teste 010

Amigos, amigos, relacionamentos a parte.
Quem nunca beijou um amigo que atire a primeira pedra.
Você pode rir e achar que fazer isso é engraçado, mas você se envolve.
Qual é? Não deixa de ser um beijo só porque é com seu melhor amigo ou sua amiga de longa data.
Talvez você só ache a ideia estranha e resolva experimentar.
Opa, beijos são bons e viciantes.
Mas não são os beijos que te fazem se apaixonar?
Por quantos se apaixonou deste jeito?
Está feliz?
Sinta o que está no ar e olhe severamente as cores na sua amizade.
Alguém vai se machucar?
Vai em frente, arrisca, é só um beijo.
Afinal...
Amigos, amigos, sentimentos a parte.
#V

sexta-feira, dezembro 9

Teste 002

Cansei de testar. E isso é porque eu só fiz o primeiro teste :S
Esperando que a Jovem Pan decida tocar Without You, Usher f. David Guetta, eu me martirizo com Someone Like You, da Adele. Sabe, bem aquela parte do
"Sometimes it lasts in love, but sometimes it hurts instead" 
(Às vezes o amor dura, mas, às vezes, fere em vez disso)
 A verdade é que fui ler umas coisas que acabaram me deixando triste e com saudades. Não lembro quando mais desejei tanto meus amigos. As SIXters e o nome horrível e brega que Manu insistiu em colocar, os meus protestos contra Pokémon quando os meninos perdiam um recreio inteiro por isso, os saltos e as quedas de cada dia. Um amigo é tão importante, e às vezes os deixamos de lado. Quer dizer, o que éramos ano passado e em que pé estamos hoje? Trocamos amigos por namorados, nos separamos pela troca de colégio, as promessas foram quebradas, alguns passam direto, sem falar ou olhar uns para os outros. Alguns se apaixonaram, outros se arriscaram. Fiz corações baterem em sincronia e descompassei o meu.
 Hoje ainda me confundem com minha melhor amiga. Me chamam de Jade e mal têm noção do que eu sou capaz. Não me conhecem, não brincam, não riem, destemidos, de qualquer besteira. Não sou a mesma que era há alguns meses. Minhas amigas brigaram, mal vejo meus amigos, tenho novas amizades e, tudo o que posso sentir em uma tarde de sexta-feira que devia fazer parte de minhas férias (se eu não me ferrasse em física) é isso: saudades.
 Porque nada compensaria minhas brigas aquáticas que sempre acapavam na areia fina do pátio.
 Nada compensaria os foras que levei da garota que hoje chamo de melhor amiga.
 Nada compensaria os shows de strip-tease do meu amigo que me trocou por umazinha aí.
 Nada compensaria as risadas altas e escandalosas de quem hoje briga se eu rir por muito tempo.
 Nada compensaria minha ingenuidade ao dizer a todos quão amados eram.
 Nada compensaria cada bronca que levei de minha mãe por chegar duas horas depois da aula acabar.
 Nada compensaria os choros que confortei em meus ombros.
 Nada compensaria as tardes desafazeridas.
 Nada compensaria os almoços comunitários em minha casa.
 Nada compensaria os olhos marejados ao ouvir Wonderwall pela milésima vez.
 Nada compensaria a tensão sobre o sexo.
 Nada compensaria as madrugadas viradas.
 Nada compensaria os gritos histéricos a cada besteira que ouvíamos.
 Nada compensaria as brigas idiotas.
 Nada compensaria os murros no ombro.
 Nada compensaria a hiperatividade contagiante de algumas pessoas.
 Nada compensaria os sermões.
 Nada compensaria as batidas da Amy Winehouse.
 Nada compensaria uma ronda com um só fone na orelha.
 Nada compensaria as piadas retardadas.
 Nada compensaria as fofocas.
 Nada compensaria os segredos.
 Nada compensaria as juras de amor.
 Nada compensaria os abraços tímidos.
 Nada compensaria cada sorriso.
 Nada compensaria... vocês.



beijocolates saudosos, #V

segunda-feira, junho 21

Theory

  Não, eu não vou falar sobre teorias, relaxem, até porque, FINALLY, chegaram as férias, e estamos livres para dormir a hora que quisermos, e apesar de eu ter de fazer o livro todo de english para amanhã, eu estou aqui na madrugada de uma segunda-feira vendo TBBT (The Big Bang Theory) e postando no blog.
  E esse é o assunto do post de hoje, SERIADOS. Existem de todos os tipos, dos inocentes, Hannah Montana e Sunny Entre Estrelas; dos vampirescos, True Blood e The Vampire Diaries; dos nerds, The Big Bang Theory; dos adolescentes, Gossip Girl, Skins; os musicais, Glee; os viajados, Lost, Smallvile, Supernatural, Heroes; os policiais, CSI, Criminal Minds, NCIS; e os que eu não sei definir, The O.C, House.
  Enfim, depois dessa grande introdução, vamos ao que interessa, nos seriados, muitos personagens são retratados, criando uma vida para eles, que além disso, traz inspirações para as pessoas reais. E essa é a hora que você me diria, e o que um nerd, ou uma cantora pop adolescente, ou um bando de filhinhos do papai vai me influenciar? Simples, eles trazem frases, ou coisas do dia-a-dia que nunca iríamos sequer imaginar.
  Independentemente do seriado, sempre, ou quase sempre, você pode tirar alguma coisa útil de lá, por exemplo no episódio 02x21 de The Big Bang Theory me fez nunca mais me esquecer o que são amigos com benefícios, ou Blair Wardolf dizendo que destino é para os fracos, que não querem fazer o seu próprio final, onde eu quero realmente chegar, é que apesar de algumas metáforas estranhas, podemos tirar coisas que podem nos mudar bastante, mudar nossa concepção de mundo, e tudo que a nossa volta.
  É acho que estou enrolando um pouco, mas pelo menos, em quase todos os seriados que eu vejo, a coisa mais importante do mundo, são os amigos, os amigos verdadeiros, os que nos apoiam, mesmo quando descobrem que a gente 'matou' alguém, os que nos suportam mesmo nós sendo idiotas, os que fazem de tudo para nossa mãe não descobrir algo que a gente fez, qualquer coisa, a lição é que, nunca, mas NUNCA, ache que a fama, o dinheiro ou o sucesso pode ser mais importante que os amigos, porque se soubermos manter nossas amizades, poderemos dar a volta por cima.