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terça-feira, janeiro 10

Teste 018

Tudo tem o seu limite.
Hoje é o anivérsário da nossa querida "baunilheira", mas eu realmente não estou a fim de fazer homenagens ou dedicatórias hoje. Não, hoje não.
Hoje estou estressada, porque por mais que eu tenha insistido em dizer que virei uma garota grossa, rude e mesquinha, continuo sendo a boazinha, grudenta e amável de sempre. Estou de saco cheio e cansei. Me desculpem muito por usar e abusar deste espaço para desabafar.
Àqueles que esperam que eu ligue, que eu mande mensagens, que eu chame pro chat e que eu convide, sinto muito, mas acabou. Vai sempre ter aquele dia em que isso vai acabar. Talvez você corra atrás e me busque, ou talvez não nos falemos nunca mais: aí já não é comigo.
Cansei de correr e insistir sempre com as mesmas pessoas, continuar puxando assunto ao ouvir respostas curtas ou perceber o tom de voz desinteressado. Quero dar um basta, me ausentar, largar o computador, terminar um livro, chorar com um bom romance (e não estou falando de Nicholas Sparks ou da Stephenie Meyer, estou falando de cachorro grande!), bater perna sozinha por aí, sem me preocupar com a merda do telefone que por vezes chequei só pra ter a certeza que realmente não há novos eventos nele.
Amor... Amor é algo duvidoso que todos nós, ou ao menos a maioria, desejamos, mas afinal, quando chegará meu plebeu de bicicleta reclamando do pedal quebrado? Inveja, carência, talvez isso, talvez não.
Conheço muitos, me importo demais, mas quantos me conhecem verdadeiramente? Sou um livro aberto e só espero que alguém o leia, mas quantos o fazem e quantos conseguem compreendê-lo?
É o limite, o estopim, a última gota d'água. Pode lembrar de todas as vezes que lhe incomodei em hora incoveniente ou quando o puxei para um abraço. Foi um tempo débil e que já não volta. Quer correr atrás? Ainda há tempo, talvez a distância seja curta... Já eu? Tenho calos demais nos meus pés para uma nova caminhada.

"Não tenho o que dizer; são só palavras" - Vanessa da Mata

#V

segunda-feira, junho 21

Theory

  Não, eu não vou falar sobre teorias, relaxem, até porque, FINALLY, chegaram as férias, e estamos livres para dormir a hora que quisermos, e apesar de eu ter de fazer o livro todo de english para amanhã, eu estou aqui na madrugada de uma segunda-feira vendo TBBT (The Big Bang Theory) e postando no blog.
  E esse é o assunto do post de hoje, SERIADOS. Existem de todos os tipos, dos inocentes, Hannah Montana e Sunny Entre Estrelas; dos vampirescos, True Blood e The Vampire Diaries; dos nerds, The Big Bang Theory; dos adolescentes, Gossip Girl, Skins; os musicais, Glee; os viajados, Lost, Smallvile, Supernatural, Heroes; os policiais, CSI, Criminal Minds, NCIS; e os que eu não sei definir, The O.C, House.
  Enfim, depois dessa grande introdução, vamos ao que interessa, nos seriados, muitos personagens são retratados, criando uma vida para eles, que além disso, traz inspirações para as pessoas reais. E essa é a hora que você me diria, e o que um nerd, ou uma cantora pop adolescente, ou um bando de filhinhos do papai vai me influenciar? Simples, eles trazem frases, ou coisas do dia-a-dia que nunca iríamos sequer imaginar.
  Independentemente do seriado, sempre, ou quase sempre, você pode tirar alguma coisa útil de lá, por exemplo no episódio 02x21 de The Big Bang Theory me fez nunca mais me esquecer o que são amigos com benefícios, ou Blair Wardolf dizendo que destino é para os fracos, que não querem fazer o seu próprio final, onde eu quero realmente chegar, é que apesar de algumas metáforas estranhas, podemos tirar coisas que podem nos mudar bastante, mudar nossa concepção de mundo, e tudo que a nossa volta.
  É acho que estou enrolando um pouco, mas pelo menos, em quase todos os seriados que eu vejo, a coisa mais importante do mundo, são os amigos, os amigos verdadeiros, os que nos apoiam, mesmo quando descobrem que a gente 'matou' alguém, os que nos suportam mesmo nós sendo idiotas, os que fazem de tudo para nossa mãe não descobrir algo que a gente fez, qualquer coisa, a lição é que, nunca, mas NUNCA, ache que a fama, o dinheiro ou o sucesso pode ser mais importante que os amigos, porque se soubermos manter nossas amizades, poderemos dar a volta por cima.